
Hugo Dionísio
Padrões da OTAN impõem tecnologia e controle dos EUA à indústria militar europeia. BlackRock e Vanguard dominam ações das principais empresas.
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A narrativa oficial é conhecida e amplamente debatida e rebatida ! Entre 8 de maio de 1945 e 24 de fevereiro de 2022, a Europa - o mundo - não conheceu a guerra. A Europa e o mundo viveram idilicamente em paz, apenas aqui e ali ameaçados pelas forças da ditadura, do mal e do terrorismo, o que obrigou, de forma humana e democrática, à intervenção pontual, casual e excecional dos EUA e dos seus aliados, motivados por uma altruísta motivação, infinita bondade e férrea vontade de defesa do bem.
O paraíso neoliberal na terra terminou com o que o Ocidente coletivo designou de "invasão" russa da Ucrânia, "obrigando" uma "agredida" Europa a rearmar-se. A Rússia estava a "atacar" a Europa; a Europa estava em guerra, declarada pela Rússia. Tudo o que tinha conduzido ao que os russos - à imagem do que fez a NATO no Kosovo - designavam de "operação militar especial" foi subitamente silenciado, sendo classificados como putinistas todos os que tentavam enquadrar histórica e objetivamente o problema. O reacendimento dos preconceitos supremacistas, russófobos e anticomunistas primários da Guerra Fria, desde logo, veio ao de cima.
Mas, mais do que falar da estupidez proverbial, ignorância e imbecilidade de uma classe dirigente de funcionários de má qualidade, que hoje atira a União Europeia para um abismo tão escuro que ameaça destruí-la, o importante é abordar, desvendar e revelar o que se escondeu por detrás deste teatro trágico-cómico de má qualidade.
Enquanto os dirigentes da UE, da NATO e do Reino Unido davam corpo e voz a uma comédia de stand-up tão miserável que pareceria ter sido programada pelo sonolento Joe Biden, os EUA, ao longo do tempo em que preparavam e aperfeiçoavam os instrumentos de submissão de Bruxelas através da NATO - esgrimindo os célebres padrões de interoperabilidade -, tomaram conta não apenas de dimensões estratégicas de segurança da UE - como no caso do fim da neutralidade sueca e finlandesa -, como aumentaram exponencialmente o comércio de armas com a Europa e passaram a controlar, como nunca, o complexo industrial-militar, mesmo de países antes resistentes em relação à defesa da sua independência militar, como a Suécia, a França, Itália ou Espanha.
Encoberta por uma narrativa russófoba que se foi acentuando à medida que a Ucrânia se ia instabilizando - resultado de duas revoluções coloridas, a Laranja, em 2004, e a "da Dignidade", em 2014, esta última um golpe de Estado contra um Presidente eleito -, a estrutura do complexo militar-industrial dos Estados da UE foi mudando de qualidade: a entrada de capitais norte-americanos nas empresas do complexo militar-industrial europeu, a sujeição das armas produzidas na União Europeia aos controlos de exportação dos EUA (os mecanismos ITAR/EAR - International Traffic in Arms Regulations e Export Administration Regulations) e a conversão de mecanismos comunitários - como o instrumento SAFE - em canais de transferência de recursos europeus para a indústria e para a dívida norte-americanas. O resultado é uma perda de soberania que já não é apenas política, mas também financeira, tecnológica e operacional.
O alargamento da NATO como abertura de novos mercados
O alargamento sucessivo da NATO - das vagas de 1999 e 2004 à adesão da Finlândia e da Suécia, em 2023-2024 - não pode ser entendido apenas como resultado de um qualquer processo de entendimento em matéria de segurança coletiva. Vê-lo assim implica deixar de fora um conjunto de dimensões que integram o processo, interagindo e co-determinando as decisões tomadas.
A cada novo alargamento, assistimos a todo um movimento de fluxo de capital, conhecimento, propriedade industrial e inteligência, que tendem a assumir uma corrente unidirecional, da periferia para um centro, o qual, não sem resistência, tende a concentrar, em benefício da sua estratégia, as vantagens daí decorrentes. Nesse sentido, cada novo membro admitido é confrontado com condicionalidades que vão no sentido da adoção dos padrões da Aliança (os Standardization Agreements, STANAG), os quais funcionam como mecanismos de harmonização e uniformização regulamentar, industrial e operacional em relação ao modelo norte-americano.
Estas normas técnicas, que são mais de 1.200, são depois integradas nos Acordos de Padronização que os membros da Aliança têm de assinar, um pouco à imagem do que os Estados-Membros da UE têm de fazer quando querem aderir, obrigando-se, através dos acordos de adesão, a cumprir os requisitos aí estabelecidos.
Para materializar tudo isto, o próprio Plano de Ação para a Produção de Defesa da NATO (Defence Production Action Plan) consagra a NATO como standard setter e requirements setter, impondo a interoperabilidade e a padronização de munições e sistemas como condição da coesão da Aliança. Ora, esta harmonização é, à partida, benéfica para os países que pretendem beneficiar do acesso a um mercado de armamento privilegiado, com fundos infindáveis. O problema é que, ao aceitarem estes requisitos, estão também a submeter-se às regras ditadas, essencialmente, pelos EUA, os grandes produtores e vendedores de armamento da Aliança, mas, acima de tudo, os que marcam o passo do desenvolvimento tecnológico, assegurando que, do ponto de vista tecnológico, se encontram sempre na fronteira do que existe de mais avançado.
A lei da gravidade do padrão NATO demonstra uma poderosa atração para os EUA
Não se pode dizer que o esquema não está bem concebido, parecendo tudo muito equilibrado e transparente, como sucede nos restantes casos em que a arquitetura internacional tem a mão dos EUA e em que se visa convencer-nos de que se trata de parcerias entre iguais. Também aqui, uns são mais iguais do que outros.
Assim, a primazia norte-americana nos STANAG não é formal ou oficial, uma vez que o processo é, à primeira vista, consensual e multilateral. Contudo, a sua primazia é de ordem estrutural, vertebral, sendo organizada por cinco tipos de mecanismos.
a) Os STANAG como standards reciclados a partir da normalização técnica dos EUA
Um montante significativo destes STANAG foi simplesmente adotado a partir de standards do Departamento de Defesa dos EUA, como é o caso, por exemplo, do MIL-STD-1553 (barramento de dados de aviónica), publicado pela Força Aérea dos EUA em 1973 e adotado pela NATO em 1981 como STANAG 3838. Hoje, este equipamento está integrado no Eurofighter Typhoon, no Tornado, no Rafale, no Gripen, no Leopard 2, no NH90, no Meteor e no Storm Shadow/Scalp - ou seja, nos programas europeus "soberanos" por excelência e vendidos ao público, como no caso do Rafale, como sendo à prova de controlos de exportação dos EUA. A manutenção da norma não é feita pela NATO, mas pelo Departamento de Defesa dos EUA e pela Society of Automotive Engineers. Não nos admiremos de que o projeto europeu FCAS tenha ficado em risco - este pretendia produzir um caça de 6.ª geração à prova de controlos de exportação dos EUA.
Este exemplo ilustra bem como é que um equipamento dos EUA acaba na tecnologia europeia, entregando assim, de bandeja, o controlo de exportações destes equipamentos à Casa Branca, ao passo que, no sentido inverso, nenhum outro país da NATO pode impor aos EUA qualquer restrição de exportação aos seus equipamentos militares. A normalização NATO constitui assim um fio condutor que transforma os requisitos dos EUA em requisitos NATO, impondo, por via indireta, a adoção de tecnologias que apenas os EUA dominam na perfeição. É caso para dizer que os standards NATO, antes de o serem, já o eram.
b) O caso do controlo criptográfico
Este exemplo é ainda mais pernicioso e vergonhoso para os supostos "aliados". A variante norte-americana do Link-16 (rede de comunicação de dados táticos militares, cifrada e resistente a interferências) inclui componentes classificadas como "NOFORN (not releasable to foreign nationals - não transmissível a estrangeiros)", sendo o "Link-16 da NATO" apenas o subconjunto das componentes que podem ser transferíveis de acordo com a regulamentação de controlo de exportações.
Concretamente: para que um aliado possa operar de forma interoperável com ativos norte-americanos, é necessário um crypto load devidamente autorizado pelos EUA, o que implica uma decisão de libertação da National Security Agency (NSA) e a abertura de um caso de Foreign Military Sales (venda militar a estrangeiros), de forma a obter a autoridade de libertação adequada. Ou seja: o standard é multilateral, mas a chave que o ativa é unilateral e norte-americana, atribuindo aos EUA o poder dominante sobre toda a informação e inteligência militar da NATO, tendo também o poder de ligar ou desligar a tecnologia em causa, tornando inúteis os equipamentos europeus.
c) Domínio da infraestrutura de teste e qualificação
Esta é uma das fatias mais importantes do domínio estratégico dos EUA sobre o armamento da NATO, pois o principal evento de teste de interoperabilidade da Aliança, o CWIX (Coalition Warrior Interoperability Exploration, Experimentation, Examination and eXercise), com mais de 30.000 testes ou exercícios de interoperabilidade em 2026, é executado pelo Allied Command Transformation, sediado em Norfolk, Virgínia - um dos dois comandos estratégicos da NATO -, e realiza-se no Joint Force Training Centre, em Bydgoszcz, Polónia. Já os laboratórios militares norte-americanos funcionam como nós permanentes do CWIX (ex.: o laboratório da US Navy em San Diego), o que significa que grande parte da validação ocorre, fisicamente ou por ligação remota, em solo e sistemas dos EUA.
Controlar todo este processo significa reter as competências, o know-how, a experiência e o aparato tecnológico respetivos. Ou seja, não se pode propriamente falar de um sistema de defesa da UE se todas estas valências absolutamente fundamentais, estruturais - a verdadeira espinha dorsal -, estão nas mãos de um só país. É caso para recorrer a uma das frases mais comuns de Scott Ritter: "a Europa não tem nada" ! Por "Europa", entenda-se "União Europeia", porque a Rússia também é "Europa" e tem tudo, sendo essa uma das mais ameaçadoras características que esta nação encerra para os EUA.
d) O peso financeiro dos EUA, agravado pela submissão e decadência económica da EU
Os EUA financiam cerca de 22% dos orçamentos comuns da NATO, fornecem uma parcela significativa do pessoal da estrutura de comando e acolhem o quartel-general do ACT em Norfolk. Um documento do Congressional Research Service (CRS) regista que as participações norte-americanas nos fundos comuns situam-se historicamente entre 22% e 25% e que a capacidade da NATO de "fazer pagamentos a contratantes dos EUA" depende diretamente das apropriações do Departamento de Defesa - a NATO, enquanto compradora e financiadora de infraestrutura comum (NSIP), é também um canal de receita da indústria norte-americana.
e) O poder de atração é dos EUA
Os STANAG tendem a normalizar o equipamento que os exércitos aliados efetivamente operam - sendo o equipamento dominante o norte-americano: 58% das importações de armas dos países europeus da NATO em 2021-25 vieram dos EUA, e 12 países europeus da NATO (13, incluindo a Suíça) encomendaram ou selecionaram mais de 600 F-35. Quando a NATO padroniza interfaces, mensagens e testes, o "sistema de referência" contra o qual os outros se qualificam é, na prática, o sistema norte-americano, o que conduz, no mínimo, a adquirir um conjunto de valências e sistemas aos EUA.
De forma mais ou menos obscura, o resultado financeiro de todo este ecossistema militar-industrial está bem expresso nos números do SIPRI, os quais mostram o que isto significou em termos de mercado de armamento: entre 2021 e 2025, a Europa foi, pela primeira vez em duas décadas, o principal destino das exportações de armas dos EUA (38%), com um crescimento de 217% face a 2016-20. A "interoperabilidade" tornou-se, assim, o argumento jurídico-técnico que legitima toda a dependência estrutural.
Os verdadeiros detentores da indústria de defesa europeia
Mas a primazia norte-americana sobre o complexo militar-industrial da NATO não acaba aqui. Apesar dos belos discursos de von der Leyen sobre "autonomia estratégica", bastante encorajadores para quem está demasiado exposto à informação dominante e oficial, nada do que tem a ver com a NATO, o rearmamento da UE e a Fortaleza Europa tem a ver com "autonomia estratégica".
A prova disto mesmo é a forma como o capital dos EUA foi penetrando nas empresas do complexo militar-industrial da UE. As grandes campeãs europeias da defesa têm hoje estruturas acionistas fortemente norte-americanizadas.
Segundo análise de junho de 2025:
- Rheinmetall (Alemanha): cerca de 28% da empresa estava em mãos de investidores institucionais norte-americanos no final de 2024 - incluindo BlackRock, Morgan Stanley, Bank of America e Goldman Sachs, cada uma com cerca de 5% dos votos. Em 2022, essa participação era de 40%.
- Leonardo (Itália): dos 50% das ações geridas por investidores institucionais, os fundos norte-americanos representam 57% - ou seja, 28,5% do total da empresa. Entre eles, BlackRock, Capital Research & Management e Vanguard. Os investidores europeus e britânicos gerem apenas cerca de 12%. Em setembro de 2024, a Itália autorizou expressamente a BlackRock a elevar a sua participação na Leonardo acima dos 3%.
- BAE Systems (Reino Unido): os interesses institucionais norte-americanos controlam quase 44% da empresa britânica.
- Airbus SE: a maioria dos 74% de capital em free float é dominada por gestoras de ativos, com um peso muito significativo dos EUA, representadas através do Capital Group, BlackRock ou Vanguard.
- Fincantieri S.p.A.: com cerca de 36% de capital flutuante, BlackRock, Vanguard ou State Street gerem posições importantes. Enquanto cliente de bancos como o Jefferies ou JP Morgan, a Fincantieri vê-se assim aberta à entrada de capitais dos EUA.
- Safran: cerca de 75% a 80% do capital está em circulação livre, sendo a BlackRock, o Capital Group, a Vanguard e a TCI os principais acionistas. Os investidores dos EUA representam a maior fatia entre os acionistas, costumando representar entre 35% e 42% da Safran - mais do que a França.
- Saab: a maior acionista é a família Wallenberg, tendo sido um dos principais veículos da chegada da Suécia à NATO. Neste sentido, e coincidentemente, a exposição da Saab aos EUA existe através da emissão de dívida, dependendo do rating da norte-americana S&P, e tem entre os maiores acionistas a BlackRock, a Vanguard, o Capital Group e ETFs da VanEck e Global X. Acresce que a sua exposição ao controlo de exportações dos EUA é brutal, uma vez que a dependência tecnológica é muito grande, especialmente nos caças Gripen.
- Indra: esta empresa espanhola, que tem o Estado como maior acionista, é participada pelas grandes gestoras de ativos dos EUA, como a Fidelity, a BlackRock, a Vanguard e a T. Rowe Price.
É impossível não estabelecer uma relação entre a NATO e o formato e as características intrínsecas do complexo militar-industrial da União Europeia, sendo omnipresente a presença de capital norte-americano nas suas principais empresas de armamento. Do padrão NATO ao domínio do capital, passando pelas tecnologias vetoriais, como as ligadas aos sistemas mais avançados, nomeadamente de comunicações, informática, inteligência artificial, sensores e nanotecnologias, diversas são as formas que os EUA usam para sugar recursos e determinar as políticas europeias em matéria de defesa.
Poderíamos ainda falar mais aprofundadamente de outros mecanismos, como:
- Controlo das vendas e exportações: um governo europeu que queira vender uma plataforma com componentes norte-americanos precisa de autorização de Washington - um processo que pode demorar dias, semanas ou meses e que pode ser politicamente bloqueado.
- Controlo dos dados e do software: os sistemas de armas modernos dependem de atualizações contínuas de software, de bibliotecas de ameaças e de dados de missão. Quem controla o software controla a plataforma - incluindo a possibilidade de backdoors ou da interrupção de suporte em caso de conflito.
- Efeito dissuasor: a exposição ao ITAR "contamina" programas inteiros e afeta a competitividade das exportações europeias, já que os compradores internacionais procuram plataformas livres de veto político externo.
Por outro lado, o instrumento SAFE (Security Action for Europe - Ação pela Segurança da Europa) disponibiliza empréstimos até 150 mil milhões de euros, financiados pela emissão de obrigações da UE nos mercados de capital, permitindo ganhos avultados, quer em compras diretas aos EUA, quer em ganhos de royalties e de domínio financeiro, nomeadamente em especulação e dividendos.
Neste domínio, embora o Regulamento (UE) 2025/1106 permita que até 35% do custo dos componentes do produto final provenha de fora da UE/Ucrânia/EEE-EFTA, já vimos que, mesmo comprando dentro, podemos estar a comprar fora. A decisão de comprar a empresas europeias ou nacionais não implica que, em grande medida, o ganhador final não sejam os EUA.
A guerra da Ucrânia: o negócio perfeito
Ora, se catalisador houve para toda esta negociata, esse catalisador foi a guerra da Ucrânia, daí a necessidade que os EUA têm de impedir que o conflito termine com uma vitória total do lado russo. Tal vitória, pelo fim do conflito que significaria, estou em crer que esbateria grande parte da histeria que hoje a Casa Branca explora para submeter a UE e torná-la no principal cliente do mundo, levando-a a gastar mais em despesas militares relacionadas com os EUA (todos os fatores combinados) do que o próprio orçamento militar da República Popular da China, que é o segundo maior do mundo.
O final russo que se prevê, mais cedo ou mais tarde, terá o condão de obrigar a UE a decidir se usa o que não tem para atirar à Federação Russa ou se, finalmente, os seus povos ouvem as vozes da razão e obrigam à negociação e a um acordo de segurança que nos traga a merecida paz. Essa paz é a maior inimiga dos EUA, mas será também mais um golpe mortal no seu domínio hegemónico global.
Daí o desespero da corrida a Moscovo em nome de Trump e a pedido dos cavaleiros da boa vontade!
Fontes
- SIPRI, "Global arms flows jump nearly 10 per cent as European demand soars", 9 de março de 2026 - Europa como principal destino das exportações de armas dos EUA (38%) pela primeira vez em duas décadas; aumento de 217%; os EUA forneceram 58% das importações de armas dos membros europeus da NATO em 2021-25.
- sipri.org
- NATO, "Updated Defence Production Action Plan", 13 de fevereiro de 2025 - papel da Aliança como "convenor, standard setter, requirements setter and aggregator".
- nato.int
- EUR-Lex, Regulamento (UE) 2025/1106 (instrumento SAFE) - até 150 mil milhões de euros em empréstimos; componentes de fora da UE/Ucrânia/EEE-EFTA limitados a 35% do custo.
- eur-lex.europa.eu
- MIL-STD-1553/STANAG 3838 - publicado pela USAF em 1973, adotado pela NATO em 1981; utilizado no Eurofighter Typhoon, Tornado, Rafale, Gripen, Leopard 2, NH90, Meteor e Storm Shadow/Scalp; manutenção pelo DoD dos EUA e pela SAE.
- milstd1553.com
- NATO ACT, "CWIX 26 Strengthens NATO's Digital Interoperability", 30 de junho de 2026 - mais de 30.000 testes de interoperabilidade, 46 nações, liderado pelo Allied Command Transformation.
- act.nato.int
- CJCSM 6520.01B, "Link 16 Operations" - gestão de chaves criptográficas sob autoridade da NSA; restrições de libertação do tipo NOFORN.
- cjcsm6520.01b_link16.pdf
- Investing.com/Reuters, "BlackRock recebe aprovação da Itália para aumentar participação na Leonardo", 23 de setembro de 2024.
- br.investing.com
- VOA Português, "NATO projeta reformas e anuncia redução da contribuição dos Estados Unidos", 2019 - os EUA pagavam cerca de 22% do orçamento central da NATO.
- voaportugues.com
- Aerospace Global News, "European countries completely transitioned to F-35", 13 de setembro de 2025 - 13 países europeus a adquirir o F-35, cerca de 668 aeronaves planeadas.
- aerospaceglobalnews.com
- Breaking Defense, "Spain rules out F-35 order, prioritizes Eurofighter and FCAS", 6 de agosto de 2025 - estado do programa FCAS e disputa Airbus-Dassault.
- breakingdefense.com